Diego Maradona ergue a Copa do Mundo após vitória da Argentina sobre a Alemanha Ocidental em 1986, na Cidade do México — Foto: Carlo Fumagalli/AP/Arquivo

Maior jogador da história da Argentina e lenda do futebol mundial, Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira (25) aos 60 anos.

O governo da Argentina declarou luto oficial de três dias após a morte de Maradona. O corpo do jogador será velado na Casa Rosada, a sede da presidência argentina em Buenos Aires, a partir desta quinta-feira. Segundo a imprensa local, estima-se que cerca de 1 milhão de pessoas participem do funeral.

Na noite desta quarta, uma multidão saiu às ruas de Buenos Aires em plena pandemia para lamentar a morte.

Multidão saiu às ruas de Buenos Aires para chorar a morte de Diego Maradona — Foto: Agustin Marcarian/Reuters

O craque argentino sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa na cidade de Tigre, na região metropolitana da capital. Conhecido como “El Pibe de Oro”, o jogador passou por uma delicada cirurgia no cérebro no começo do mês e recebeu alta oito dias depois, após drenar uma pequena hemorragia cerebral.

O médico Leopoldo Luque afirmou na ocasião que a cirurgia era considerada simples, mas havia preocupação pela condição de saúde do ex-jogador.

Maradona deixa três filhas (Dalma, Gianinna, Jana) e dois filhos (Diego e Diego Fernando) — e uma trajetória vitoriosa no futebol: ganhou a Copa do Mundo de 1986 com a seleção argentina e foi vice em 1990. Passou por grandes clubes, como Boca JuniorsBarcelona e Napoli, e atuou como técnico, inclusive dirigindo a equipe nacional na Copa de 2010.

Por G1

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